IBM Maximo – Planejamento de Mão de Obra com o Gerente de Designações 3/3

Na última parte desta série, falaremos sobre designações na OS, apropriação de horas e a conclusão sobre a utilização do Gerente de Designações no IBM MAXIMO.

Designações na Ordem de Serviço

É possível visualizar as informações de designação na aplicação da Ordem de Serviço, na aba Designações:

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Você pode verificar a disponibilidade com base na categoria/MO da linha de designação. Veja como exemplo a Ordem de Serviço abaixo, onde um mecânico deve ser designado para executar a atividade:

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Podemos buscar por disponibilidade de mecânicos, clicando em “Mão de Obra Disponível” no mesmo dia:

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Observe que há 5:35h disponíveis para os dois mecânicos no dia corrente. Isso porque já se passaram 3:25h no mesmo dia. Se você clicar em algum dos mecânicos, a designação será realizada:

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O fato de necessitarmos 30 horas de trabalho deste mecânico pode gerar um problema. Voltando na aplicação Gerente de Designações para conferir como ficou, vejamos o que aconteceu:

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IBM Maximo – Planejamento de Mão de Obra com o Gerente de Designações 2/3

Continuando a nossa série sobre Gerente de Designações no IBM MAXIMO, introduzimos a parte 2, onde abordamos o planejamento, utilizando as aplicações Ordens de Serviço e o objeto de estudo desta série.


Planejamento Ordem de Serviço

Agora que possuímos todas as informações necessárias, iniciaremos o planejamento de recursos nas Ordens de Serviço.

Para o primeiro trabalho, foi criada a Ordem de Serviço 1016 para troca de motor de um veículo de frota:

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Esta troca de motor possui três tarefas que necessitam, em conjunto, de um mecânico e um soldador

Avaliando a Ordem de Serviço na imagem abaixo (aba Planos no registro), podemos entender que a OS foi dividida em três tarefas, ou atividades que um mecânico experiente (Sênior) será selecionado para realizar a desmontagem do motor (tarefa 10), a preparação da caixa do motor (tarefa 20) e a montagem (tarefa 30), enquanto um soldador irá apoiar o mecânico no mesmo momento em que ele realiza a tarefa de preparação da caixa para o novo motor (tarefa 20):

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* Tarefas podem ser tratadas como Ordens de Serviço, com seus próprios recursos, datas, classe de falha e outras informações.

Neste momento, ainda não há informação alguma de datas ou recursos específicos, pois temos apenas o planejamento das categorias necessárias para a execução com a quantidade de horas e as taxas das categorias.

A seguir, iremos designar os recursos nominais na aplicação Gerente de Designações, acessível através do mesmo módulo das Ordens de Serviço.

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IBM Maximo – Planejamento de Mão de Obra com o Gerente de Designações 1/3

Introdução

Este artigo, dividido em 3 partes, é de nível intermediário e voltado para aqueles que já possuem alguma familiaridade com o IBM MAXIMO e seu objetivo é demonstrar as funcionalidades da aplicação Gerente de Designações em uso conjunto com as Ordens de Serviço e seus aplicativos base, como Calendários, Categorias e Mão-de-Obra.

Para empresas que realizam atividades constantes de manutenção, seja internamente ou para terceiros, o planejamento de atividades e alocação de mão-de-obra é fundamental para tirar bom proveito dos recursos (pessoas) disponíveis, controlar a ociosidade a fim de reduzir custos e aumentar a disponibilidade dos equipamentos. Para esse proposito que o IBM MAXIMO possui a aplicação Gerente de Designações, no módulo de Ordens de Serviço, que permite o planejamento de atividades por categorias de mão-de-obra através de designações de trabalho, facilitando e otimizando o controle de alocação de recursos.

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Este artigo foi dividido em três partes para que não fique muito extenso e possa ser compreendido com mais calma e atenção, especialmente àqueles que buscam aumentar seus conhecimentos no produto da IBM:

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Novidades no mundo do IBM MAXIMO – 2019-2020

A IBM continua atuando proativamente para manter o MAXIMO no topo do ranking dos EAM (Enterprise Asset Management) mais utilizados e bem avaliados do mundo. Nós da MaximoCon, uma das maiores referências em IBM MAXIMO no Brasil, atuando com grandes clientes não só em nosso país, mas também na Europa através de parceiros, buscamos nos manter sempre atualizados com as novidades relacionadas ao produto para que possamos compartilhar com nossos clientes e leitores.

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Novidades

As principais áreas de foco da IBM são relacionadas a melhorias no planejamento, execução (EAM) e análise de serviços, otimização de performance dos ativos por meio de análises preditivas (APM) e evolução da gestão de inventário (MRO IO).

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  • EAM para capturar e gerenciar informações dos Ativos e gerenciar a execução do Serviço;
  • APM para otimizar a performance através de manutenção preditiva e prescritiva por meio de análise de dados, leitura de sensores e curva de degradação;
  • MRO IO para aumentar a disponibilidade dos ativos, redução de custos por meio de um melhor controle do inventário (sobressalentes).

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IBM MAXIMO – Usuários e grupos de Segurança

A segurança no MAXIMO controla a forma com que os usuários acessam o sistema, quais aplicações podem ser acessadas e ações que podem ser executadas. É possível configurar privilégios de segurança para usuários por grupo.

Os grupos são criados usando a aplicação Grupos de Segurança. Para cada grupo, é possível especificar configurações de segurança, como privilégios e restrições de aplicativos. É possível também conceder direitos de segurança a usuários designando a eles associação em um ou mais grupos. A combinação de grupos à qual um usuário pertence determina os privilégios de segurança.

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Estrutura Organizacional no IBM MAXIMO (MULTISITE)

Estrutura organizacional

Estrutura organizacional é um conceito oriundo da área de administração e gestão de empresas. Trata da forma como a empresa é organizada em torno da divisão de atividades e recursos com fins de cumprir os objetivos da companhia.

No MAXIMO, a estrutura organizacional funciona no conceito MULTISITE, onde é possível transportar a estrutura da organização para o sistema com o objetivo de desenvolver o compartilhamento e a restrição de dados entre plantas (sites) da organização.

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IBM MAXIMO: Monitoramento de Condição

IBM MAXIMO: Monitoramento de Condição: Monitorando o estado dos equipamentos e posições

Usado para definir pontos de medição de ativos ou posições e para especificar os limites de alarme e de trabalho associados a serem executadas após os limites de ação serem atingidos. Funciona de forma similar à manutenção preventiva, porém mais voltado para apoio na geração de Ordens de Serviço preditivas.

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O monitoramento de condições pode ser usado tanto para ativos quanto para posições (locais):

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Medidores de Característica

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No exemplo acima, uma Ordem de Serviço será gerada com base no Plano de Trabalho (ou Plano de Tarefa) quando uma leitura com o valor High for feita:

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Medidores de Calibre

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No caso de um monitoramento por calibre (GAUGE), valores de monitoramento limite devem ser selecionados:

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Caso os limites de aviso sejam atingidos, é possível configurar por meio de customizações notificações ou ações.
Caso os limites de ação sejam atingidos, uma Ordem de Serviço será gerada através do Plano de Tarefa.

Com o limite de ação superior ultrapassado, uma OS será gerada para o Plano de Trabalho JPOUTPR:

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A inserção de leituras no monitoramento de condições pode ser feita de forma manual, pelos usuários responsáveis da mesma forma que podem ser feitas as inserções de leituras de medidores contínuos para geração de Ordens de Serviço por MP. Uma alternativa é a inserção automática de leituras por meio de integração com sistemas externos, como ERPs ou sistemas integrados a sensores nos equipamentos.

As 5 principais tendências para o futuro do EAM

Os sistemas EAM (Enterprise Asset Management) são considerados essenciais para auxiliar as empresas na melhoria da qualidade e eficiência de seus ativos nos dias de hoje. Manter os ativos funcionando perfeitamente com alta disponibilidade pode ser um desafio, muitas vezes superado com o uso das ferramentas e pessoal adequado.

Um bom EAM inclui gestão de manutenção com substituição, reparo, gestão de compras, materiais, operacional e outros. Alguns dos principais benefícios incluem redução dos custos de manutenção, maior retorno sobre o investimento nos ativos, aumento de produtividade e performance dos equipamentos e ganho substancial na visibilidade da operação.

Entretanto, manter um EAM como o SAP PM ou o IBM MAXIMO em funcionamento regular, sem tirar proveito de algumas de suas tendências para o futuro – embora tendência talvez não seja a melhor colocação, pois algumas empresas já estão colhendo frutos – pode ser um desperdício e em tempos de crise, desperdiçar não é uma opção.

Uma análise feita pela FMI (Future Market Insights) mostra que o crescimento anual do mercado dos enterprise asset management gira em torno de 7.2% até 2026. É essencial que os gestores conheçam as principais tendências que favorecem esse crescimento. Veja abaixo as cinco maiores tendências apontadas pelos líderes das maiores indústrias do planeta.

  1. Mobilidade

Seja em uma planta ou gerenciando equipes em campo, uma aplicação móvel auxilia na condução de tarefas diárias muito importantes, economizando recursos e tempo. Por exemplo, se as equipes de sua empresa possuíssem uma aplicação mobile em um celular Android, Iphone ou Windows Phone, eles poderiam inserir dados dos equipamentos diretamente nos dispositivos, enviando e recebendo dados do EAM automaticamente. Com isso, as equipes eliminariam inserção manual de dados, reduzindo a margem de erro. Além disso, uma aplicação mobile também auxilia no processo de criação de Ordens de Serviço, desde que o recurso não precisa estar fisicamente em uma estação de trabalho, enriquecendo os dados do EAM para apoio à tomada de decisões no futuro, como uma atualização precisa informações como tempos de parada, horas trabalhadas, materiais consumidos e registros de problema, causa e solução.

  1. Nuvem

Escalabilidade, agilidade na gestão dos projetos, recuperação de backup facilitados, maior segurança, menor custo de propriedade e flexibilidade. Essas são apenas algumas das vantagens de colocar o sistema EAM (e todos os outros) da sua empresa na nuvem (Cloud). Atualmente, não é nenhuma surpresa que a nuvem seja o modelo de entrega de software favorito e mais utilizado no mundo, apoiados por grandes empresas como Amazon, Microsoft, Google, IBM e SalesForce. Talvez seja o momento da sua empresa considerar este avanço, reduzindo os custos com sua infraestrutura de TI e aumentando a disponibilidade dos sistemas da sua empresa.

  1. Análise Preditiva

Gerenciar e mitigar riscos são os grandes pilares da gestão de ativos. Identificar, quantificar e priorizar os riscos identificados converte a abordagem da empresa na perspectiva da manutenção reativa para preditiva. Um bom EAM deveria oferecer ambos: a preventiva, com opção de agendamento de manutenção programada por tempo e leitura de medidores e a capacidade de viabilizar a manutenção preditiva através do modelo Reliability Centered Maintenance (RCM, e em português, Manutenção centrada em confiabilidade). No RCM o sistema avalia o histórico de falhas dos ativos a fim de otimizar as rotinas de manutenção ou até mesmo ELIMINAR as possibilidades de falhas dos ativos, trabalhando em conjunto com um monitoramento de condições inteligente, coletando e analisando dados de fontes variadas, avaliando e comparando dados atuais e históricos. A Manutenção preditiva pode ser alavancada a um outro patamar com o auxílio da próxima tendência destacada neste artigo: a Internet das Coisas.

  1. IoT (Internet das Coisas)

A Internet das Coisas é um conceito revolucionário que consiste na conexão e compartilhamento de informações relevantes a partir de ‘coisas’, como dados de sensores que auxiliam na tomada de decisões.

“Por exemplo, um sensor que envia informações de temperatura de um motor a todo momento para um sistema central, que possui um controle de alerta e ou reação.”

A gestão de ativos é uma das áreas mais beneficiadas por essa nova revolução, pois ela permite com que máquinas interajam entre si sem a necessidade da intervenção humana. Com isso, processos como a manutenção preventiva e a RCM (citadas na tendência anterior), tornam-se muito mais simples e diretos. A IoT, embora ainda seja novidade para muita gente, já é uma realidade consolidada em grandes setores da indústria, integrada a sistemas ERP e EAM.

  1. Gestão inteligente de inventário

Melhorar a disponibilidade do inventário para itens críticos ajuda a reduzir a indisponibilidade dos ativos e reduzir o excedente de estoque. Essas metas podem ser alcançadas através de sistemas avançados de gestão de inventário, proporcionando reduções significativas de custos. Dentre as características de uma solução robusta, temos:

  • Classificação de itens;
  • Serviços;
  • Tempos de entrega;
  • Gestão de demandas e prognóstico;
  • Cálculo de mínimos e máximos;
  • Excedentes de inventário;
  • Painéis de controle e relatórios.

 

A MaximoCon possui soluções diretas ou por meio de parceiros para cada uma dessas tendências. Entre em contato conosco para saber mais.

 

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