As 5 principais tendências para o futuro do EAM

Os sistemas EAM (Enterprise Asset Management) são considerados essenciais para auxiliar as empresas na melhoria da qualidade e eficiência de seus ativos nos dias de hoje. Manter os ativos funcionando perfeitamente com alta disponibilidade pode ser um desafio, muitas vezes superado com o uso das ferramentas e pessoal adequado.

Um bom EAM inclui gestão de manutenção com substituição, reparo, gestão de compras, materiais, operacional e outros. Alguns dos principais benefícios incluem redução dos custos de manutenção, maior retorno sobre o investimento nos ativos, aumento de produtividade e performance dos equipamentos e ganho substancial na visibilidade da operação.

Entretanto, manter um EAM como o SAP PM ou o IBM MAXIMO em funcionamento regular, sem tirar proveito de algumas de suas tendências para o futuro – embora tendência talvez não seja a melhor colocação, pois algumas empresas já estão colhendo frutos – pode ser um desperdício e em tempos de crise, desperdiçar não é uma opção.

Uma análise feita pela FMI (Future Market Insights) mostra que o crescimento anual do mercado dos enterprise asset management gira em torno de 7.2% até 2026. É essencial que os gestores conheçam as principais tendências que favorecem esse crescimento. Veja abaixo as cinco maiores tendências apontadas pelos líderes das maiores indústrias do planeta.

  1. Mobilidade

Seja em uma planta ou gerenciando equipes em campo, uma aplicação móvel auxilia na condução de tarefas diárias muito importantes, economizando recursos e tempo. Por exemplo, se as equipes de sua empresa possuíssem uma aplicação mobile em um celular Android, Iphone ou Windows Phone, eles poderiam inserir dados dos equipamentos diretamente nos dispositivos, enviando e recebendo dados do EAM automaticamente. Com isso, as equipes eliminariam inserção manual de dados, reduzindo a margem de erro. Além disso, uma aplicação mobile também auxilia no processo de criação de Ordens de Serviço, desde que o recurso não precisa estar fisicamente em uma estação de trabalho, enriquecendo os dados do EAM para apoio à tomada de decisões no futuro, como uma atualização precisa informações como tempos de parada, horas trabalhadas, materiais consumidos e registros de problema, causa e solução.

  1. Nuvem

Escalabilidade, agilidade na gestão dos projetos, recuperação de backup facilitados, maior segurança, menor custo de propriedade e flexibilidade. Essas são apenas algumas das vantagens de colocar o sistema EAM (e todos os outros) da sua empresa na nuvem (Cloud). Atualmente, não é nenhuma surpresa que a nuvem seja o modelo de entrega de software favorito e mais utilizado no mundo, apoiados por grandes empresas como Amazon, Microsoft, Google, IBM e SalesForce. Talvez seja o momento da sua empresa considerar este avanço, reduzindo os custos com sua infraestrutura de TI e aumentando a disponibilidade dos sistemas da sua empresa.

  1. Análise Preditiva

Gerenciar e mitigar riscos são os grandes pilares da gestão de ativos. Identificar, quantificar e priorizar os riscos identificados converte a abordagem da empresa na perspectiva da manutenção reativa para preditiva. Um bom EAM deveria oferecer ambos: a preventiva, com opção de agendamento de manutenção programada por tempo e leitura de medidores e a capacidade de viabilizar a manutenção preditiva através do modelo Reliability Centered Maintenance (RCM, e em português, Manutenção centrada em confiabilidade). No RCM o sistema avalia o histórico de falhas dos ativos a fim de otimizar as rotinas de manutenção ou até mesmo ELIMINAR as possibilidades de falhas dos ativos, trabalhando em conjunto com um monitoramento de condições inteligente, coletando e analisando dados de fontes variadas, avaliando e comparando dados atuais e históricos. A Manutenção preditiva pode ser alavancada a um outro patamar com o auxílio da próxima tendência destacada neste artigo: a Internet das Coisas.

  1. IoT (Internet das Coisas)

A Internet das Coisas é um conceito revolucionário que consiste na conexão e compartilhamento de informações relevantes a partir de ‘coisas’, como dados de sensores que auxiliam na tomada de decisões.

“Por exemplo, um sensor que envia informações de temperatura de um motor a todo momento para um sistema central, que possui um controle de alerta e ou reação.”

A gestão de ativos é uma das áreas mais beneficiadas por essa nova revolução, pois ela permite com que máquinas interajam entre si sem a necessidade da intervenção humana. Com isso, processos como a manutenção preventiva e a RCM (citadas na tendência anterior), tornam-se muito mais simples e diretos. A IoT, embora ainda seja novidade para muita gente, já é uma realidade consolidada em grandes setores da indústria, integrada a sistemas ERP e EAM.

  1. Gestão inteligente de inventário

Melhorar a disponibilidade do inventário para itens críticos ajuda a reduzir a indisponibilidade dos ativos e reduzir o excedente de estoque. Essas metas podem ser alcançadas através de sistemas avançados de gestão de inventário, proporcionando reduções significativas de custos. Dentre as características de uma solução robusta, temos:

  • Classificação de itens;
  • Serviços;
  • Tempos de entrega;
  • Gestão de demandas e prognóstico;
  • Cálculo de mínimos e máximos;
  • Excedentes de inventário;
  • Painéis de controle e relatórios.

 

A MaximoCon possui soluções diretas ou por meio de parceiros para cada uma dessas tendências. Entre em contato conosco para saber mais.

 

Nosso site: http://www.maximocon.com
Email: maxadmin@maximocon.com
Telefone: 31 3582-0082

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