IBM Maximo Asset Maintenance for the next couple of years – IOT and Mobile

IBM Maximo is consistenly evolving and dinamically adapting to new scenarios and innovating with the highest technology. Therefore, we can see that with increased efficiency and improved ability to achieve goals, IBM is giving strategical attention to Maximo, and innovating in the Internet of Things (IOT) and Mobile fields.

Please see below Maximo timeline for the next couple of years.

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Maximo has a infinite range of possibilities with IOT that are already functional, as:

  • Real time data from low cost add-on sensors or embedded.
  • Real time alerts.
  • Real time filtered data from automation systems.
  • Historical trends of sensor data.
  • Informations in real time about temp, humidity, weather, usage , output, etc.

Define Asset Health using data from Maximo with IOT and Real-time is a reality , making accurate the remaing useful life, maintenance, failure history and asset condition. We can also track assets geographically with rich set of sensors. The Maximo Condition Monitoring app is an already existing application that monitors stream data to detect situations in real time.

Mobile is also part of a digital transformation allowing remote work, online and offline, and as you can see in the figure below, Mobile apps is a tendency that gives companies a whole array of features to make the enterprise productive and organized. IBM Maximo has a number of apps that enables a very effective and operative mobile use.

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Author: Giovani Augusto Quintao Pereira

E-mail: giovani@maximocon.com

www.maximocon.com

 

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Top 5 trends for the EAM future

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Enterprise Asset Management (EAM) systems are considered essential to assist companies in improving the quality and efficiency of their assets. Keeping assets running smoothly with high availability can be a challenge often overcomed with the use of tools and appropriate staff.

A good EAM system includes maintenance management with replacement, repair, procurement management, materials, operational and others. Some of the key benefits include reduced maintenance costs, higher return on investment in assets, productivity and equipment performance increasing and substantial gain in visibility of the operation.

However, keeping an EAM such as SAP PM or IBM MAXIMO running smoothly, without taking advantage of some of its trends for the future – although trend may not be the best placement, as some companies are already having results – can be a waste, and, in times of crisis, wasting is not an option.

An analysis by the IMF (Future Market Insights) shows that the annual growth of the enterprise asset management market is around 7.2% by 2026. It is essential that managers know the main trends that favor this growth. See below the five major trends pointed out by leaders of the world’s largest industries.

1. Mobility

Whether it’s in a plant or managing teams on the ground, a mobile application helps in the conduct of very important daily tasks, saving resources and time. For example, if your company’s teams owned a mobile application in an Android, Iphone or Windows phone, they could enter equipment data directly into devices, sending and receiving EAM data automatically. This will eliminate manual insertion of data, reducing the margin of error. In addition, a mobile application also helps in the process of creating Work Orders, since the feature does not need to be physically on a workstation, enriching EAM data to support future decision making, such as an update needs some information such as downtimes, worked hours, materials consumed and records of problem, cause and solution.

2. Cloud

Escalabilidade, agilidade na gestão dos projetos, recuperação de backup facilitados, maior segurança, menor custo de propriedade e flexibilidade. Essas são apenas algumas das vantagens de colocar o sistema EAM (e todos os outros) da sua empresa na nuvem (Cloud). Atualmente, não é nenhuma surpresa que a nuvem seja o modelo de entrega de software favorito e mais utilizado no mundo, apoiados por grandes empresas como Amazon, Microsoft, Google, IBM e SalesForce. Talvez seja o momento da sua empresa considerar este avanço, reduzindo os custos com sua infraestrutura de TI e aumentando a disponibilidade dos sistemas da sua empresa.

Scalability, project management agility, backup recovery ease, increased security, lower cost of ownership and flexibility. These are just some of the advantages of putting your company’s (and everyone else’s) EAM system in the cloud. Currently, it is no surprise that the cloud is the most widely used and favorite software delivery model in the world, supported by major companies such as Amazon, Microsoft, Google, IBM and SalesForce. It may be time for your company to consider this breakthrough by reducing costs with your IT infrastructure and increasing the availability of your business systems.

3. Predictive Analysis

Managing and mitigating risks are the major pillars of asset management. Identifying, quantifying and prioritizing the identified risks converts the company’s approach from the perspective of reactive to predictive maintenance. A good EAM should offer both: the preventive, with the option of scheduling scheduled maintenance and meter reading and the ability to predictive maintenance via the Reliability Centered Maintenance (RCM) model. In the RCM, the system evaluates the history of asset failures to optimize maintenance routines or even ELIMINATE the possibilities of asset failures, working in tandem with intelligent condition monitoring, collecting and analyzing data from a variety of sources, evaluating and comparing current and historical data. Predictive Maintenance can be leveraged to another level with the help of the next trend highlighted in this article: the Internet of Things.

4. IoT (Internet of Things)

The Internet of Things is a revolutionary concept that consists of connecting and sharing relevant information from ‘things’, such as sensor data that aid in the decision making.

“For example, a sensor that sends temperature information from a motor at all times to a central system, which has an alert control and/or reaction.”

Asset management is one of the most benefited areas by this new revolution because it allows machines to interact with each other without the need of human intervention. Thus, processes such as preventive maintenance and RCM (cited in the previous trend), become much simpler and direct. IoT, although still new to many people, is already a consolidated reality in large industry sectors, integrated to ERP and EAM systems.

5. Intelligent inventory management

Improving inventory availability for critical items helps reduce asset downtime and reduce inventory surplus. These goals can be achieved through advanced inventory management systems, providing significant cost reductions. Among the characteristics of a robust solution, we have:

  • Classification of items;
  • Services;
  • Delivery times;
  • Demand and prognostic management;
  • Calculation of minimum and maximum;
  • Inventory surplus;
  • Control panels and reports.

MaximoCon has direct solutions or through partners for each of these trends. Please contact us to learn more.

Website: http://www.maximocon.com
Email: maxadmin@maximocon.com
Phone: +55 31 3582-0082

As 5 principais tendências para o futuro do EAM

Os sistemas EAM (Enterprise Asset Management) são considerados essenciais para auxiliar as empresas na melhoria da qualidade e eficiência de seus ativos nos dias de hoje. Manter os ativos funcionando perfeitamente com alta disponibilidade pode ser um desafio, muitas vezes superado com o uso das ferramentas e pessoal adequado.

Um bom EAM inclui gestão de manutenção com substituição, reparo, gestão de compras, materiais, operacional e outros. Alguns dos principais benefícios incluem redução dos custos de manutenção, maior retorno sobre o investimento nos ativos, aumento de produtividade e performance dos equipamentos e ganho substancial na visibilidade da operação.

Entretanto, manter um EAM como o SAP PM ou o IBM MAXIMO em funcionamento regular, sem tirar proveito de algumas de suas tendências para o futuro – embora tendência talvez não seja a melhor colocação, pois algumas empresas já estão colhendo frutos – pode ser um desperdício e em tempos de crise, desperdiçar não é uma opção.

Uma análise feita pela FMI (Future Market Insights) mostra que o crescimento anual do mercado dos enterprise asset management gira em torno de 7.2% até 2026. É essencial que os gestores conheçam as principais tendências que favorecem esse crescimento. Veja abaixo as cinco maiores tendências apontadas pelos líderes das maiores indústrias do planeta.

  1. Mobilidade

Seja em uma planta ou gerenciando equipes em campo, uma aplicação móvel auxilia na condução de tarefas diárias muito importantes, economizando recursos e tempo. Por exemplo, se as equipes de sua empresa possuíssem uma aplicação mobile em um celular Android, Iphone ou Windows Phone, eles poderiam inserir dados dos equipamentos diretamente nos dispositivos, enviando e recebendo dados do EAM automaticamente. Com isso, as equipes eliminariam inserção manual de dados, reduzindo a margem de erro. Além disso, uma aplicação mobile também auxilia no processo de criação de Ordens de Serviço, desde que o recurso não precisa estar fisicamente em uma estação de trabalho, enriquecendo os dados do EAM para apoio à tomada de decisões no futuro, como uma atualização precisa informações como tempos de parada, horas trabalhadas, materiais consumidos e registros de problema, causa e solução.

  1. Nuvem

Escalabilidade, agilidade na gestão dos projetos, recuperação de backup facilitados, maior segurança, menor custo de propriedade e flexibilidade. Essas são apenas algumas das vantagens de colocar o sistema EAM (e todos os outros) da sua empresa na nuvem (Cloud). Atualmente, não é nenhuma surpresa que a nuvem seja o modelo de entrega de software favorito e mais utilizado no mundo, apoiados por grandes empresas como Amazon, Microsoft, Google, IBM e SalesForce. Talvez seja o momento da sua empresa considerar este avanço, reduzindo os custos com sua infraestrutura de TI e aumentando a disponibilidade dos sistemas da sua empresa.

  1. Análise Preditiva

Gerenciar e mitigar riscos são os grandes pilares da gestão de ativos. Identificar, quantificar e priorizar os riscos identificados converte a abordagem da empresa na perspectiva da manutenção reativa para preditiva. Um bom EAM deveria oferecer ambos: a preventiva, com opção de agendamento de manutenção programada por tempo e leitura de medidores e a capacidade de viabilizar a manutenção preditiva através do modelo Reliability Centered Maintenance (RCM, e em português, Manutenção centrada em confiabilidade). No RCM o sistema avalia o histórico de falhas dos ativos a fim de otimizar as rotinas de manutenção ou até mesmo ELIMINAR as possibilidades de falhas dos ativos, trabalhando em conjunto com um monitoramento de condições inteligente, coletando e analisando dados de fontes variadas, avaliando e comparando dados atuais e históricos. A Manutenção preditiva pode ser alavancada a um outro patamar com o auxílio da próxima tendência destacada neste artigo: a Internet das Coisas.

  1. IoT (Internet das Coisas)

A Internet das Coisas é um conceito revolucionário que consiste na conexão e compartilhamento de informações relevantes a partir de ‘coisas’, como dados de sensores que auxiliam na tomada de decisões.

“Por exemplo, um sensor que envia informações de temperatura de um motor a todo momento para um sistema central, que possui um controle de alerta e ou reação.”

A gestão de ativos é uma das áreas mais beneficiadas por essa nova revolução, pois ela permite com que máquinas interajam entre si sem a necessidade da intervenção humana. Com isso, processos como a manutenção preventiva e a RCM (citadas na tendência anterior), tornam-se muito mais simples e diretos. A IoT, embora ainda seja novidade para muita gente, já é uma realidade consolidada em grandes setores da indústria, integrada a sistemas ERP e EAM.

  1. Gestão inteligente de inventário

Melhorar a disponibilidade do inventário para itens críticos ajuda a reduzir a indisponibilidade dos ativos e reduzir o excedente de estoque. Essas metas podem ser alcançadas através de sistemas avançados de gestão de inventário, proporcionando reduções significativas de custos. Dentre as características de uma solução robusta, temos:

  • Classificação de itens;
  • Serviços;
  • Tempos de entrega;
  • Gestão de demandas e prognóstico;
  • Cálculo de mínimos e máximos;
  • Excedentes de inventário;
  • Painéis de controle e relatórios.

 

A MaximoCon possui soluções diretas ou por meio de parceiros para cada uma dessas tendências. Entre em contato conosco para saber mais.

 

Nosso site: http://www.maximocon.com
Email: maxadmin@maximocon.com
Telefone: 31 3582-0082

IBM Maximo as the Best Option for Reliability Centered Maintenance

Reliability-centric maintenance is a structured method recognized as the best maintenance strategy. Reliability-centric maintenance acts fundamentally in the process of planning, analyzing, monitoring and controlling the assets. This methodology allows the reduction of losses due to incidental failures and promotes gains in operational reliability.

Companies that seek greater control over the processes related to the operation and maintenance of their assets certainly build their results with technical qualification of their team and a good computerized maintenance system. In summary, these systems add value in obtaining indicators that allows the statistical analysis of the day to day operations in the process of maintenance of assets assisted by it.

Why do companies change systems?

The migration from one computerized system to another can occur through several factors, in which the search for more efficient solutions or the adequacy and equity between different manufacturing units stands out. Speaking of the asset management policy of major industries, the two most popular software used in the maintenance of large companies are IBM – Maximo and SAP.

By using two well-evaluated Enterprise Resource Planning (ERP) systems, it is expected that great similarities and some differences will be observed. For large companies, some of these differences, even if seemingly subtle, are likely to bring significant gains or losses.

The purpose of this article is to exercise some concepts of maintenance management and the gains that the IBM – Maximo system can bring. However, I emphasize that the results of the use depend directly on the structure and maturity available in each company.

ibmMAximoSAP

 

Factor # 1: DEFINED WORKFLOW

IBM-Maximo enables the creation of multiple workflows that allow greater control of operations within each industry. For each Work Order (WO) each level has a maturity status that is changed sequentially by each user’s indication, responsible for their status, until archiving as a history of activity.

In a Preventive Maintenance team consisting of inspectors, planners, engineers and a maintenance manager, a possible workflow configuration from a work order (OS) is described as follows:

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Figure 1. Workflow example of a Preventive Maintenance industry.

Advantages of workflow utilization:

1. Application of recent concepts of Asset Management (ISO 55000) in which activities are approached as processes and everybody is involved to obtain the best process result;

2. Reduction of cost of spare parts as it eliminates the possibility of misunderstanding of analysis or the duplication of Work Order, mainly in step “2. Evaluation of WO “;

3. Better cost management as the WO, of relevant value, is only approved after all costs estimated at step “3. WO Planning “is approved by the budget controlling manager in step” 4 WO Validation “;

FACTOR # 2: MEASUREMENT POINTS LINKED TO THE MAINTENANCE PLAN

The maintenance plans in both softwares can be subdivided into different groups for different approaches. However, all must contain mandatory information such as plan code, equipment code (s), quantity and code of the responsible labor force, time required, frequency and description of activities or work plan.

A good practice adopted that allows increasing organization and practicality is the approach of inspection routes. Routes are clusters of activities performed on different equipments in a continuous sequential flow. Using these with the support of a good checklist provides greater reliability in the data. The creation of routes is carried out in a simple way in both softwares.

In addition to all the practice of building and balancing a Maintenance Plan, knowing exactly what to measure and monitoring on each equipment is a must. The advantage of IBM-Maximo in this regard is the possibility of building WORKPLANS and translate this monitoring more efficiently and quantitatively with the use of “Measurement Points”.

Each measuring point registered in an equipment must have:

  • Initial or project value;
  • Critical wear value 1 (purchase order);
  • Critical wear value 2 (change point).

The following is an example illustrating the monitoring of plate wear in a ball mill. At the end of each inspection performed, the inspector accesses the Work Order and reports the value of the measurement point observed on that date. The system generates the trend graph automatically according to the data inputs for each measurement point.

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Figure 2. Example of monitoring the measurement point “Coating thickness” of a wear plate in a mill.

Critical benchmarks are previously determined by supplier informations or operational experience and become milestones for action.

Advantages of IBM-Maximo in the Maintenance Plan:

1 The creation of Maintenance Plans with the adoption of Work Plans makes a simple and practical approach.
2 The use of Measurement Points gives greater reliability and practicality in monitoring the condition of the assets.
3 The trend graphs of the measuring points can be accessed by any user of the system when selecting the equipment for which information is desired. This eliminates the need to create controls parallel to the system, all information is available in one place.

Conclusion

Using IBM-Maximo as maintenance management software is seen as an excellent choice. The system is seen as a friendly and efficient system with the adoption of workflow and condition monitoring by measurement points.

Eng. Mário Rubens Figueiredo Barroso

IBM Maximo como a melhor opção para a Manutenção Centrada em Confiabilidade

A manutenção centrada em confiabilidade é um método estruturado que se traduz na melhor estratégia de manutenção. Essa atua fundamentalmente no processo de planejamento, análise, monitoramento e controle dos ativos. Tal metodologia permite a redução de perdas por falhas incidentais e promove ganhos em confiabilidade operacional.

Empresas que buscam um maior controle sobre os processos ligados à operação e manutenção de seus ativos, certamente constroem seus resultados com capacitação técnica de sua equipe e um bom sistema informatizado de manutenção. Em resumo, tais sistemas agregam valor na obtenção de indicadores que permite a análise estatística do dia a dia no processo de manutenção dos ativos assistidos por ele.

Por que empresas mudam de sistema?

A migração de um sistema informatizado para outro pode ocorrer por vários fatores, dentro os quais se destaca a busca por soluções mais eficientes ou a adequação e equidade entre diferentes unidades fabris.   Falando da política de gestão dos ativos de grandes indústrias, os dois softwares mais bem vistos e utilizados na manutenção de grandes empresas são o IBM – Maximo e o SAP.

Ao se utilizar dois sistemas de Enterprise Resource Planning (ERP) tão bem avaliados, é esperado que seja observada grandes similaridades e algumas diferenças. Para grandes empresas, algumas dessas diferenças, mesmo que aparentemente sutis, são capazes de trazer resultados significativos de ganhos ou perdas.

O objetivo desse artigo é exercitar alguns conceitos de gestão da manutenção e os ganhos que o sistema IBM – Maximo pode trazer. Entretanto, ressalto que os resultados da utilização dependem diretamente da estrutura e maturidade disponível em cada empresa.

Fator # 1: FLUXO DE TRABALHO DEFINIDO

O IBM-Maximo possibilita a criação de vários fluxos de trabalhos que permite o maior controle das operações dentro de cada setor. Para qualquer ordem de serviço (OS) cada nível apresenta um status de maturação que é alterado sequencialmente por indicação de cada usuário, responsável pelo respectivo status, até o arquivamento como histórico de atividade.

Em uma equipe de manutenção preventiva composta por inspetores, planejadores, engenheiros e um gerente de manutenção uma possível configuração de fluxo de trabalho a partir de uma ordem de serviço (OS) ser descrita da seguinte forma:

fluxoFigura 1. Exemplo de fluxo de trabalho de um setor de manutenção preventiva

Vantagem da utilização de fluxo de trabalho:

  1. Aplicação de conceitos recentes de Gestão de Ativos (ISSO 55000) em que as atividades são abordadas como processos e todos são envolvidos para obtenção do melhor resultado de processo;
  2. Redução de custo de sobressalentes uma vez que se elimina a possibilidade de equívoco de análise ou a duplicidade de ordem de serviço, principalmente na etapa “2. Avaliação da OS”;
  3. Melhor gestão dos custos uma vez que a OS, de valor relevante, só é aprovada após todos os custos estimados na etapa “3. Planejamento da OS” for aprovada por parte do gerente controlador do orçamento na etapa “4 Validação da OS”;

 

FATOR #2: PONTOS DE MEDIÇÃO LIGADOS AO PLANO DE MANUTENÇÃO

Os planos de manutenção, em ambos os softwares, podem ser subdivididos em diferentes grupos para diferentes abordagens. Entretanto, todos devem conter informações obrigatórias como código do plano, código do(s) equipamento(s), quantidade e código da mão de obra responsável, tempo necessário, frequência e descrição das atividades ou plano de trabalho.

Uma boa prática adotada que permite maior organização e praticidade é a abordagem de rotas de inspeção. As rotas são agrupamentos de atividades desempenhadas em diferentes equipamentos em um fluxo sequencial contínuo. A utilização dessas com o apoio de uma boa lista de verificação, ou checklist proporciona maior confiabilidade nos dados.  A criação de rotas é realizada de forma simples em ambos os softwares.

diagrama

Figura 2. Criação de Rotas

Além de toda a prática de construção e balanceamento de um plano de manutenção, saber exatamente o que se deve medir e monitorar em cada equipamento é uma obrigação.  A vantagem do IBM-Maximo nesse sentido é a possibilidade de construção de PLANOS DE TRABALHO e traduzir esse monitoramento de forma mais eficiente e quantitativa com a utilização de “Pontos de Medição”.

Cada ponto de medição cadastrado em um equipamento deve apresentar:

  • Valor inicial ou de projeto;
  • Valor de desgaste crítico 1 (pedido de compra);
  • Valor de desgaste crítico 2 (ponto de troca).

 

A seguir temos um exemplo que ilustra o monitoramento do desgaste de placas em um moinho de bolas. Ao final de cada inspeção realizada, o inspetor acessa a ordem de serviço e relata o valor do ponto de medição observado naquela data. O sistema gera o gráfico de tendência de forma automática em função das entradas de dados para cada ponto de medição.

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Figura 3. Exemplo de monitoramento do ponto de medição “Espessura de revestimento” de uma placa de desgaste em um moinho

Os valores críticos de referencia são previamente determinados por informações de fornecedores ou de experiência operacional e se tornam marcos para tomada de ação.

Vantagens do IBM-Maximo quanto ao plano de manutenção:

  1. A criação de planos de manutenção com a adoção de Planos de Trabalho torna uma abordagem simples e prática
  2. A utilização de Pontos de Medição confere maior confiabilidade e praticidade no monitoramento da condição do ativo.
  3. Os gráficos de tendência dos pontos de medição podem ser acessados por qualquer usuário do sistema ao se selecionar o equipamento que se deseja informação. Dessa forma elimina-se a necessidade de criação de controles paralelos ao sistema, todas as informações são disponíveis em um só lugar.

Conclusão

A utilização do IBM-Maximo como software de gerenciamento de manutenção é vista como uma excelente escolha. O sistema é visto como um sistema amigável e eficiente com a adoção de fluxo de trabalho e o monitoramento de condição por pontos de medições.

 

Eng. Mário Rubens Figueiredo Barroso

 

 

 

 

Scripts de automação em telas no IBM Maximo – Aula completa!

Objetivo

 

O objetivo deste treinamento é capacitar o desenvolvedor a criar novos campos, alterar telas e criar scripts de automação (Automation Scripts) no IBM Maximo. O nível deste treinamento é apenas introdutório, ou seja, poderá capacitar o desenvolvedor a iniciar as atividades de customizações no sistema.

A MaximoCon fornece diversos treinamentos para sua equipe, tanto técnicos quanto funcionais. Consulte-nos para maiores informações!

 

Regras de Negócio

 

O cliente solicitou uma forma de distinguir as Ordens de Serviço em internas e externas. As Ordens internas são tarefas realizadas para a própria empresa, enquanto as Ordens externas são serviços executados para terceiros. Como a empresa não utiliza um industry solution como o Service Provider, uma customização inicial foi solicitada para facilitar o trabalho da manutenção. Com base na solicitação do cliente, a seguinte regra foi escrita:


Inserir um campo do tipo ‘check box’ na Ordem de Serviço denominado “Interno”. Este campo, se marcado pelo usuário, deve realizar as seguintes ações:

  1. Colocar os campos a seguir vazios e somente leitura:
    1. Ativo;
    2. Conta Contábil;
  2. Preencher o campo prioridade com 5;
  3. Preencher o campo Tipo de Serviço com “INT”;

Definir o campo Local como obrigatório.

 

Atribuições do desenvolvedor

 

Com a regra detalhada, precisaremos executar as tarefas a seguir:

Screenshot_1.png

  • Criar um novo campo no Configurador de Banco de Dados;
  • Inserir este campo na tela de Rastreamento de Ordem de Serviço;
  • Criar um script de automação para o novo campo;

Desenvolvimento

 

A partir deste ponto detalharemos os aspectos técnicos da solução, como criação do campo, alteração em tela e regras de negócio (com a utilização de Script de Automação). O desenvolvimento deve ser executado na sequência para que não ocorra falha de dependências.

 

Criando novo campo

Screenshot_2
O campo a seguir deve ser criado acessando a aplicação “Configuração do Banco de Dados” no caminho a seguir:

Acessando a aplicação “Configuração do Banco de Dados”, busque o objeto WORKORDER (=WORKORDER):

 Screenshot_3

Acesse a aba “atributos” e clique em “nova linha” para definirmos o novo campo:

Screenshot_4

Preencha os campos conforme a tabela a seguir:

OBJETO: WORKORDER
Atributo Título / Descrição Tipo Tamanho Domínio Mesmo do… Tipo de Busca
CUST_INT Interno / Identifica se a Ordem de Serviço é interna YORN (PADRÃO) EXACT (PADRÃO)

Screenshot_5

O atributo do tipo YORN cria um campo BOOLEAN no banco de dados, que aceita apenas valores binários (0 ou 1). O tipo de busca “EXACT”, informa que o usuário pode pesquisar pelo campo apenas inserindo valores equivalentes ao inserido no banco de dados. O tipo “WILDCARD” permite a busca parcial, especialmente utilizado para campos de texto, onde é possível buscar os campos inserindo trechos do valor total, compreendidos entre o símbolo “%”.

Agora, salve o registro ( Screenshot_6) e retorne para a guia lista. Isto pode demorar um pouco, já que alterando o objeto WORKORDER, o Maximo também altera suas views.

Screenshot_7

O campo ainda não foi criado. Para isso, precisamos rodar o configurador do banco de dados que basicamente transforma os metadados (informações sobre os dados) em dados (alteração física no banco). No momento, temos o objeto MAXATTRIBUTECFG (entre alguns outros) com a alteração, conforme mostra a imagem a seguir:

Screenshot_8

O campo ‘changed’ <> ‘N’ busca todos as alterações ainda não efetivadas. Agora precisamos dessa alteração persistida no objeto MAXATTRIBUTE. Veja que os registros ainda não foram criados nesta tabela:

Screenshot_9

Observe que o CFG significa ConFiGuração, ou seja, o campo está na configuração, mas ainda não foi efetivado.

Para que nosso objetivo seja alcançado, precisamos rodar o configdb, que efetivará as alterações fisicamente no banco de dados e as incluirá na MAXATTRIBUTE.

Sempre que for efetivar qualquer alteração no banco de dados do Maximo, siga os passos abaixo:

  1. Clique em “Gerenciar modo administrativo”:
    Screenshot_10

 

  1. Clique em “Ligar modo admin”:

Screenshot_11

(Esta ação é necessária, pois como realiza alterações estruturais no banco de dados, os usuários precisam ser deslogados).

Screenshot_12

 

É preciso aguardar até que todos os processos do Maximo sejam liberados para a execução do modo administrativo:

Agora é necessário aplicar as alterações para que o campo seja criado:

Screenshot_14

 

Marque a opção informando que você possui um backup (recomendado caso aconteça algum problema):

Screenshot_15
Informe os dados de autenticação e motivo da alteração:

Screenshot_16

Fique atento às mensagens exibidas no processo. Caso o configurador seja executado com sucesso, a mensagem “ConfigDB completed without erros”.

Screenshot_17

Jamais se esqueça de desativar o modo administrativo, ou alguns recursos do IBM Maximo não funcionarão:

Screenshot_18

Após alguns segundos…

 

Alteração de tela

 

Para incluir o novo campo na tela de “Rastreamento de Ordem de Serviço” acesse o aplicativo no caminho a seguir:

Screenshot_21

Acessando a aplicação “Editor de Telas”, busque o objeto WOTRACK (=WOTRACK):

Screenshot_22

WOTRACK é um arquivo XML que contém todos os componentes do IBM Maximo para o carregamento do aplicativo de OS.

Screenshot_23

Acesse a guia “Ordem de Serviço” para que possamos inserir o novo campo. Clique na paleta de controle:

Screenshot_24

Arraste a “Caixa de Seleção” para a tela, conforme as imagens a seguir:

Screenshot_25

 

Clique no botão de propriedades de controle:

Screenshot_26
Na próxima janela, informe o nome do atributo que criamos no capítulo anterior:

Screenshot_27

Agora temos o campo que criamos no banco de dados disponível na tela de “Rastreamento de Ordem de Serviço”:

Salve o registro (Screenshot_6 ) e acesse o aplicativo “Rastreamento de Ordem de Serviço” para conferir:

Screenshot_29

Screenshot_30

Script de Automação

 

A regras abaixo deve ser executada através de um script de automação de atributo:


Criar um script para o campo “Interno” (WORKORDER.CUST_INT). Este campo, se marcado pelo usuário, deve realizar as seguintes ações:

  1. Colocar os campos a seguir vazios e somente leitura:
    1. Ativo;
    2. Conta Contábil;
  2. Preencher o campo prioridade com 5;
  3. Preencher o campo Tipo de Serviço com “INT”*;

Definir o campo Local como obrigatório.

Caso o tipo de serviço “INT” não esteja cadastrado, acesse a aplicação de “Organizações” no módulo “Administração”, vá em selecionar ação, Opções de Ordens de Serviço -> Tipo de Serviço e adicione o valor “INT”:

Screenshot_31

 

 

Acesse a aplicação no caminho a seguir:

Screenshot_32

 

Crie um script de automação com ponto de ativação de atributo:

Screenshot_33
Na primeira tela de criação do novo script, vale destacar algumas informações:

Screenshot_34

  1. Insira o nome do ponto de ativação. Procure utilizar um nome que facilite a busca em ambientes com muitos scripts, como LP_WO_CUST_INT (Tipo do objeto, tabela, campo).
  2. Selecione o objeto e o atributo para os quais este ponto de ativação será acionado. No caso estamos trabalhando com WORKORDER.CUST_INT (Interno de “Rastreamento de Ordem de Serviço”).
  3. O evento de seleção para o qual você deseja definir o ponto de ativação é “Executar Ação”. No caso, quando o usuário marcar ou desmarcar o campo “Interno”, o script será acionado”.

 

 

No próximo passo, preencha as informações a seguir:

Screenshot_35

No primeiro quadro, insira o nome do script e a linguagem. Trabalhamos com Java Script por ter uma sintaxe mais amigável. Outra linguagem muito utilizada é python.

No segundo quadro, precisamos atribuir as variáveis que serão manipuladas no script:

  • ASSETNUM (Ativo)
  • LOCATION (Local)
  • GLACCOUNT (Conta Contábil)
  • WOPRIORITY (Prioridade da OS)
  • WORKTYPE (Tipo de Serviço)
  • CUST_INT (Interno)

Essas variáveis são inseridas neste ponto para que estejam disponíveis diretamente no script.

Na etapa 3, definimos o script com a regra de negócio:

Screenshot_36

Salve o script para finalizar.

Certifique-se de que as variáveis sejam definidas da seguinte forma (é possível acessá-las) depois da finalização do script na aba “Pontos de Ativação”:

Screenshot_37
Caso queira copiar o código do script:

 

if (CUST_INT) {

ASSETNUM_readonly = false;

ASSETNUM = “”;

ASSETNUM_readonly = true;

GLACCOUNT = null;

GLACCOUNT_readonly = true;

WOPRIORITY = 5;

WORKTYPE = “INT”;

 

LOCATION_required = true;

 

} else {

ASSETNUM_readonly = false;

GLACCOUNT_readonly = false;

LOCATION_required = false;

}

 

 

Há algumas outras opções de scripts de automação, como ações em cima de objetos que podem executar regras de inicializar, validar e ou salvar. Também podemos utilizar scripts para regras de integrações e outros eventos no sistema. Cobriremos essas e outras opções em um outro documento.

Testes

 

Por último e tão importante quanto o desenvolvimento, chegou o momento de testar. Acesse novamente a aplicação “Rastreamento de Ordem de Serviço”:

Screenshot_38

 

Criando uma nova Ordem de Serviço, insira um Local e um Ativo:

Screenshot_39

 

Agora marque o campo “Interno”:

Screenshot_40

Conforme o esperado:

  • Campo Ativo (WORKORDER.ASSETNUM) somente leitura e vazio;
  • Campo Local (WORKORDER.LOCATION) obrigatório;
  • Campo Tipo de Serviço (WORKORDER.WORKTYPE) com valor “INT”;
  • Campo Conta Contábil (WORKORDER.GLACCOUNT) somente leitura e vazio;
  • Campo Prioridade (WORKORDER.WOPRIORITY) com valor 5;

 

Agora precisamos verificar o que ocorre quando o campo “Interno” é desmarcado:

Screenshot_41

Não vimos na especificação, mas nos parece óbvio que o campo Local não deve permanecer obrigatório e os campos Ativo e Conta Contábil não devem permanecer somente leitura.

Realize quantos testes julgar necessário e faça ajustes para aprimorar o código. Não deixe de tentar cobrir todos os cenários viáveis para o desenvolvimento.

 

Caso queira acessar o conteúdo completo desta aula em VIDEO, acesse o LINK a seguir:

Video Aula Automação no MAXIMO

 

Não chegou ainda no MAXIMO 7.6.0.6? Talvez eu tenha um motivo convincente para você!

A melhor novidade do Maximo 7.6.0.6 para os mais técnicos, ou pelo menos a novidade que traz o maior alívio é o abandono do JAVA APPLET pela IBM, pelo menos no “Workflow Designer”:

NOAPPLET.png

Não tenho o Scheduler instalado, mas espero que a IBM tenha abandonado o applet também no add-on. Atenção: apenas para o MAXIMO 7.6.0.6 em diante!

É possível configurar o MAXIMO para rodar applets novamente, mas a pergunta que fica é: quem vai querer fazer isso?!