Gestão de Ativos e soluções de Softwares

Hoje vamos falar de Enterprise Asset Management (EAM) ou Gestão de Ativos Corporativos, que é o processo de gerenciar o ciclo de vida dos ativos físicos para maximizar seu uso, economizar, melhorar a qualidade e eficiência; e guardar a saúde, a segurança e o meio ambiente.

O EAM é usado principalmente em indústrias que dependem de ativos físicos em quantidade, caros ou complexos, como fábricas, equipamentos, veículos, etc. Os usuários em sua maior parte incluem as indústrias de petróleo e gás, mineração, energia, construção naval, engenharia, farmacêutica, governo, serviços públicos e indústria aeroespacial e de defesa.

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Embora a Gestão de Ativos possa ser realizada em papel ou em software de desktop, como em planilhas eletrônicas, é mais comum e muito mais produtivo com softwares EAM especializados, como o IBM Maximo, implantado inúmeras vezes em grandes empresas mundiais, por consultorias especializadas como a brasileira MaximoCon IT Services.

O gerenciamento de ativos corporativos pode aumentar a produtividade, o tempo de operação, a longevidade, minimizar os riscos e os custos, otimizar o valor comercial e reduzir para perto de zero a plant downtime, que é o tempo que a operação fica parada. Tudo isso garantindo que os ativos de alto valor operem da maneira que foram projetados.

Por exemplo, o software de Gestão de Ativos pode alertar os gerentes de operações para a falha pendente de uma peça da máquina e, em seguida, fornecer as informações e as ferramentas de planejamento necessárias para enviar um reparador para substituir a peça antes que ela se quebre e cause mais danos. A manutenção oportuna também pode evitar o risco de operação inadequada de equipamentos, ferindo trabalhadores ou liberando poluentes que ameacem a saúde e o meio ambiente.

O EAM automatiza a cadeia de fornecimento para garantir o estoque ideal de peças e materiais, evitando assim pedidos urgentes ou a necessidade de reverter para fornecedores mais caros ou menos confiáveis, ajudando a manter os custos baixos.

As funções do EAM também podem aumentar o valor do negócio. Por exemplo, a análise pode identificar oportunidades para realocar equipamentos dentro de uma planta industrial para suportar novas linhas de negócios.

O EAM mantém um banco de dados detalhado e preciso de ativos, suas características e histórico, bem como documentos sobre conformidade regulatória. Como o registro está envolvido na maioria dos aspectos do EAM, as organizações às vezes empregam o gerenciamento de dados mestre para garantir a precisão dos dados do ativo. Ferramentas de gerenciamento financeiro e análise também são comumente incluídas no software EAM.

O gerenciamento do ciclo de vida do ativo é outro recurso comum do software EAM. Ela abrange os principais estágios da vida de um ativo, desde o projeto inicial até o planejamento de sua produção – ou construção, se for um prédio ou outra infraestrutura – gerenciamento de garantia, descomissionamento e descarte.

O gerenciamento da cadeia de fornecimento é essencial no EAM, pois os materiais e componentes devem ser protegidos para a construção, manutenção ou conserto de ativos. A maioria dos softwares EAM possui recursos para gerenciamento de estoque, gerenciamento de materiais e aquisição. As ferramentas de planejamento de demanda podem ajudar na previsão.

O planejamento de manutenção, além do registro de ativos, é chave nos softwares de Gestão de Ativos. Aqui, os usuários do software rastreiam o pessoal disponível e suas habilidades, emitem ordens de serviço para trabalhos de manutenção ou reparo, gravam horas e organizam o pagamento.

Recursos corretivos, preditivos ou de manutenção preventiva, normalmente baseados nas ferramentas de análise do software EAM são comuns para gerenciar ativos e trabalhos mais complexos.

O software EAM inicial era autônomo ou era conectado em rede e operado por vários usuários que inseriram dados manualmente. Hoje, grande parte dos dados de ativos vem automaticamente de sensores conectados ao ativo e conectados por redes sem fio ou com fio, às vezes por milhares de quilômetros, ao sistema EAM. Essa conectividade permite o monitoramento remoto de ativos, bem como o acesso móvel ao software EAM.

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O software EAM pode ser integrado a um software ERP, principalmente para fins contábeis, embora algumas organizações também utilizem para gerenciamento de capital humano, gestão da cadeia de abastecimento e as funções de meio ambiente, saúde e segurança, em vez de, ou em combinação com, aquelas no software EAM.

Um pacote EAM também pode ser integrado a um software de nicho que lida com um subconjunto do processo EAM, geralmente com um sistema computadorizado de gerenciamento de manutenção (CMMS) ou com software de manutenção, reparo e operações (MRO).

A integração com um GIS pode fornecer mapeamento aprimorado, mostrando locais de ativos e rotas de manutenção. Além disso, o software de visualização 3D pode aumentar as informações de ativos de um sistema EAM.

O software EAM normalmente segue a ISO 55001: 2014, um padrão internacional para sistemas de gerenciamento de ativos.
A maioria dos principais fornecedores de software ERP, incluindo IBM, SAP, Oracle e Infor, bem como fornecedores menores, como o IFS, vendem módulos EAM com preços separados. O módulo EAM é normalmente integrado ao ERP do fornecedor, mas muitos compradores escolhem diferentes fornecedores para os dois. O IBM Maximo se destaca por ser focado na Gestão de Ativos mas possui os módulos de um ERP, é fácil de usar e integrável com outros sistemas, como o SAP e o Oracle por exemplo.

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Nos últimos anos, os fornecedores de software da EAM começaram a expandir os limites de seus sistemas para incluir fabricantes e provedores de serviços que podem acessar um registro de ativos compartilhados em uma rede baseada em nuvem. Um objetivo é padronizar as definições de ativos e minimizar a entrada manual de dados.

O Gartner prevê que as implantações no local continuarão a dominar os softwares de Gestão de Ativos até pelo menos 2020 em grandes organizações de ativos intensivos, enquanto organizações menores favorecerão a nuvem, incluindo o SaaS.

Para mais informações, envie um e-mail para giovani@maximocon.com ou acesse www.maximocon.com.

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Innovation and Technology in the Oil and Gas Industry – IBM Maximo

The Oil & Gas sector, whose Industrial Process is based on refining and producing Oil & Gas derivatives, is an industry that has to deal with a growing demand for energy, cultivated by the continuous evolution of the global economy. Large investments in this industry require reliable and high-performance processes to ensure a return on investment over time.

Nowadays is possible to have predictive evidence that dramatically decreases the number of accidents and fatalities with very great accuracy. The Oil & Gas industry is headed for no more platforms with integrity risk or that have any chance of accident or fatality, all scanned by the deployment of softwares such as IBM Maximo and sensors.

With the intensive use of new software / industry technologies 4.0, the cost of production has been falling, showing that the oil market is necessarily innovative. And now, the uses of renewable energies tend to occupy a very strong space in the world. Therefore, the Oil and Gas sector will only become competitive if it can extract the oil at a cheaper cost and less and less polluting. This can only be achieved with very strong innovations, and it is necessary to consider the operating variables, the interaction between yields and final products according to the economic bases associated with oil refining and the impact of recent environmental legislation, making this market extremely challenger.

The asset maintenance, management and monitoring are key areas, and ‘IBM Maximo for Oil and Gas‘ software provides to the companies applications that support integrated processes to improve safety, reliability, environmental and operational performance in compliance with regulations. The main objectives are to reduce operational risk and increase return on assets.

The IBM Maximo for Oil and Gas is a complete tool for maintenance management, and also addresses the following specialized needs of the oil and gas market segment:

  • Action tracking and regulatory compliance
  • Asset specifications and failure codes
  • Audit and survey preparation and analysis of findings that is based on results
  • Benefits and losses that are associated with improvements and solutions
  • Bypass management and activities that are associated with bypass operations
  • Certification specifications to verify that standards for assets or personnel are met
  • Defects, incident management, and continuous improvement.
  • Drilling construction and completion
  • Drilling and production run reporting
  • Investigations, including after action reviews and root cause failure analysis
  • Lock out and tag out operations planning and definition
  • Management of change and standard actions that are associated with management of change and action tracking
  • Matrix-based work prioritization and forward planning of work according to plant conditions
  • Operator logs, loss reporting, solutions, and lessons learned
  • Operator log books that you use to review all shift log entries that relate to an asset or a location. Operator log books link shift log entries together into a log book. An operator log book facilitates the organization of operator logs and their associated actions, such as the Shift Log Handover action. Personnel who are taking over from an earlier work shift can review the progression of events and be aware of the possible need for action.
  • Permit and certificate planning, risk matrixes, and risk assessment
  • Permit to work creation and definition of associated activities
  • Preparation of work activities in support of the various phases of work packages.
  • As a Self Service user, you can create incident records within the Incidents module to report potentially unsafe conditions and to prevent accidents. The Incidents module also contains the Review Incidents application that you can use to review incident records.
  • Ticket template creation to apply standardized templates to common and high-volume tickets. Standardized ticket templates save time and make safety and quality management operations more efficient. Applying a ticket template to a record results in data automatically appearing in some fields on the ticket. You can also add frequently used ticket templates to your Quick Insert portlet.
  • Integration between Maximo for Oil and Gas and the IBM Chemical and Petroleum Integrated Information Framework and other MIMOSA OSA-EAI V3.2.1-based systems

The software also includes the IBM Maximo Incident Reporter application that supports reports of mobile device incidents. Mobile application features include creating incident logs, looking for incident logs, and uploading photos to the Maximo server.

The Oil & Gas market is changing, becoming increasingly disruptive and digital, and companies urgently need to be able to turn data into information. Systems like IBM Maximo will make it possible for the new Oil & Gas professionals that will be formed.

 

 

Author: Giovani Augusto Quintão Pereira

Email: giovani@maximocon.com

 

References:

https://www.ibp.org.br/

https://www.ibm.com/support/knowledgecenter/pt-br/SSLL9G_7.6.1/com.ibm.oil.doc/overview/c_prod_overview.html

https://petronoticias.com.br

 

 

Inovação e Tecnologia no setor de Óleo e Gás – IBM Maximo

O setor de Oléo e Gás, que tem como Processo Industrial base o refino e a produção dos derivados de petróleo e gás, é um setor que tem de lidar com uma crescente demanda por energia, cultivada pela evolução contínua da economia global. Os grandes investimentos neste setor exigem processos confiáveis e de alto desempenho para garantir um retorno sobre o investimento ao longo do tempo.

Hoje em dia já é possível ter evidências preditivas que diminuem o número de acidentes e fatalidades drasticamente, com uma precisão muito grande. Na indústria de petróleo, tudo se encaminha para não termos mais plataformas com risco de integridade ou que tenham alguma possibilidade de acidente ou fatalidade, com tudo esquadrinhado pela digitalização de softwares como o IBM Maximo e sensores.

Com o uso intensivo de novas tecnologias de software/indústria 4.0, o custo de produção vem caindo, mostrando que o mercado de petróleo é, necessariamente, inovador. E, agora, o usos das energias renováveis tende a ocupar um espaço muito forte no mundo. Por isso, o setor de Óleo e Gás só vai se tornar competitivo se conseguir extrair o petróleo por um custo mais barato e que ele seja cada vez menos poluente. Isso só pode ser obtido com inovações muito fortes, pois é necessário considerar ainda as variáveis de operação, a interação entre rendimentos e produtos finais de acordo com as bases econômicas associadas à refinação de petróleo e ao impacto da recente legislação ambiental, tornando esse mercado extremamente desafiador.

As áreas de manutenção, gestão e acompanhamento de ativos se mostram áreas chave, e o software ‘IBM Maximo for Oil and Gas‘ fornece às empresas aplicativos que suportam processos integrados para melhorar a segurança, a confiabilidade e o desempenho ambiental e operacional em conformidade com as regulamentações. Os principais objetivos são reduzir o risco operacional e aumentar o retorno sobre ativos.

O IBM Maximo para Óleo e Gás, além de se mostrar uma ferramenta completa para a gestão da manutenção, também aborda as necessidades especializadas a seguir do segmento de mercado de petróleo e gás:

  • Rastreamento de ação e conformidade regulamentar
  • Especificações de ativo e códigos de falha
  • Preparação e análise de auditoria e pesquisa de opinião de descobertas baseadas em resultados
  • Benefícios e perdas associados às melhorias e soluções
  • Gerenciamento de bypass e atividades que estão associadas a operações de bypass
  • Especificações de certificação para verificar se as normas para ativos ou a equipe foram atendidas
  • Defeitos, gerenciamento de incidente e melhoria contínua.
  • Construção de perfuração e conclusão
  • Relatório de execução de perfuração e produção
  • Investigações, incluindo revisões pós-ação e análise da causa raiz
  • Planejamento e definição de operações de bloqueio e identificação
  • Gerenciamento de mudança e ações padrão associadas ao gerenciamento de mudança e rastreamento da ação
  • Priorização de serviço baseada em matriz e planejamento de encaminhamento do serviço de acordo com as condições da fábrica
  • Logs do operador, relatórios de perda, soluções e lições aprendidas
  • Livros de registro do operador usados para revisar todas as entradas de log de turno relacionadas a um ativo ou local. Livros de registro do operador vinculam entradas de log de turnos a um livro de registro. Um livro de registro do operador facilita a organização de logs de turnos e suas ações associadas, como Mudança de Log de Turno. A equipe que está assumindo a partir de um turno de trabalho anterior pode revisar a progressão dos eventos e tomar ciência de uma possível necessidade de ação.
  • Planejamento de permissões e certificados, matrizes de risco e avaliação de risco
  • Criação de permissão de serviço e definição de atividades associadas
  • Preparação de atividades de serviço em suporte das várias fases de pacotes de serviço.
  • Como um usuário de Autoatendimento, é possível criar registros de incidentes dentro do módulo Incidentes para relatar condições potencialmente inseguras e para evitar acidentes. O módulo Incidentes também contém o aplicativo Revisar Incidentes que pode ser usado para revisar registros de incidentes.
  • Criação de modelo de chamado para aplicar modelos padronizados a chamados comuns e de alto volume. Modelos de chamado padronizados economizam tempo e tornam operações de gerenciamento de qualidade e segurança mais eficientes. Aplicar um modelo de chamado a um registro resulta em dados aparecerem automaticamente em alguns campos no chamado. Também é possível incluir modelos de chamado usados frequentemente para o portlet Inserção Rápida.
  • Integração entre o Maximo for Oil and Gas e o IBM Chemical and Petroleum Integrated Information Framework e outros sistemas baseados em MIMOSA OSA-EAI V3.2.1.

O software também inclui o aplicativo IBM Maximo Incident Reporter que suporta relatórios de incidentes de dispositivos móveis. Os recursos do aplicativo móvel incluem a criação de registros de incidentes, a procura de registros de incidentes e o upload de fotografias para o servidor Maximo.

O mercado de Óleo e Gás está mudando, sendo cada vez mais disruptivo e digital, e as empresas precisam urgentemente ser capazes de transformar dados em informação. Sistemas como o IBM Maximo vão tornar isso possível ao novo profissional de Oléo e Gás que será formado.

 

 

Author: Giovani Augusto Quintão Pereira

Email: giovani@maximocon.com

 

Referências:

https://www.ibp.org.br/

https://www.ibm.com/support/knowledgecenter/pt-br/SSLL9G_7.6.1/com.ibm.oil.doc/overview/c_prod_overview.html

https://petronoticias.com.br

IBM MAXIMO: Monitoramento de Condição

IBM MAXIMO: Monitoramento de Condição: Monitorando o estado dos equipamentos e posições

Usado para definir pontos de medição de ativos ou posições e para especificar os limites de alarme e de trabalho associados a serem executadas após os limites de ação serem atingidos. Funciona de forma similar à manutenção preventiva, porém mais voltado para apoio na geração de Ordens de Serviço preditivas.

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O monitoramento de condições pode ser usado tanto para ativos quanto para posições (locais):

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Medidores de Característica

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No exemplo acima, uma Ordem de Serviço será gerada com base no Plano de Trabalho (ou Plano de Tarefa) quando uma leitura com o valor High for feita:

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Medidores de Calibre

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No caso de um monitoramento por calibre (GAUGE), valores de monitoramento limite devem ser selecionados:

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Caso os limites de aviso sejam atingidos, é possível configurar por meio de customizações notificações ou ações.
Caso os limites de ação sejam atingidos, uma Ordem de Serviço será gerada através do Plano de Tarefa.

Com o limite de ação superior ultrapassado, uma OS será gerada para o Plano de Trabalho JPOUTPR:

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A inserção de leituras no monitoramento de condições pode ser feita de forma manual, pelos usuários responsáveis da mesma forma que podem ser feitas as inserções de leituras de medidores contínuos para geração de Ordens de Serviço por MP. Uma alternativa é a inserção automática de leituras por meio de integração com sistemas externos, como ERPs ou sistemas integrados a sensores nos equipamentos.

IBM Maximo Asset Maintenance for the next couple of years – IOT and Mobile

IBM Maximo is consistenly evolving and dinamically adapting to new scenarios and innovating with the highest technology. Therefore, we can see that with increased efficiency and improved ability to achieve goals, IBM is giving strategical attention to Maximo, and innovating in the Internet of Things (IOT) and Mobile fields.

Please see below Maximo timeline for the next couple of years.

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Maximo has a infinite range of possibilities with IOT that are already functional, as:

  • Real time data from low cost add-on sensors or embedded.
  • Real time alerts.
  • Real time filtered data from automation systems.
  • Historical trends of sensor data.
  • Informations in real time about temp, humidity, weather, usage , output, etc.

Define Asset Health using data from Maximo with IOT and Real-time is a reality , making accurate the remaing useful life, maintenance, failure history and asset condition. We can also track assets geographically with rich set of sensors. The Maximo Condition Monitoring app is an already existing application that monitors stream data to detect situations in real time.

Mobile is also part of a digital transformation allowing remote work, online and offline, and as you can see in the figure below, Mobile apps is a tendency that gives companies a whole array of features to make the enterprise productive and organized. IBM Maximo has a number of apps that enables a very effective and operative mobile use.

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Author: Giovani Augusto Quintao Pereira

E-mail: giovani@maximocon.com

www.maximocon.com

 

Top 5 trends for the EAM future

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Enterprise Asset Management (EAM) systems are considered essential to assist companies in improving the quality and efficiency of their assets. Keeping assets running smoothly with high availability can be a challenge often overcomed with the use of tools and appropriate staff.

A good EAM system includes maintenance management with replacement, repair, procurement management, materials, operational and others. Some of the key benefits include reduced maintenance costs, higher return on investment in assets, productivity and equipment performance increasing and substantial gain in visibility of the operation.

However, keeping an EAM such as SAP PM or IBM MAXIMO running smoothly, without taking advantage of some of its trends for the future – although trend may not be the best placement, as some companies are already having results – can be a waste, and, in times of crisis, wasting is not an option.

An analysis by the IMF (Future Market Insights) shows that the annual growth of the enterprise asset management market is around 7.2% by 2026. It is essential that managers know the main trends that favor this growth. See below the five major trends pointed out by leaders of the world’s largest industries.

1. Mobility

Whether it’s in a plant or managing teams on the ground, a mobile application helps in the conduct of very important daily tasks, saving resources and time. For example, if your company’s teams owned a mobile application in an Android, Iphone or Windows phone, they could enter equipment data directly into devices, sending and receiving EAM data automatically. This will eliminate manual insertion of data, reducing the margin of error. In addition, a mobile application also helps in the process of creating Work Orders, since the feature does not need to be physically on a workstation, enriching EAM data to support future decision making, such as an update needs some information such as downtimes, worked hours, materials consumed and records of problem, cause and solution.

2. Cloud

Escalabilidade, agilidade na gestão dos projetos, recuperação de backup facilitados, maior segurança, menor custo de propriedade e flexibilidade. Essas são apenas algumas das vantagens de colocar o sistema EAM (e todos os outros) da sua empresa na nuvem (Cloud). Atualmente, não é nenhuma surpresa que a nuvem seja o modelo de entrega de software favorito e mais utilizado no mundo, apoiados por grandes empresas como Amazon, Microsoft, Google, IBM e SalesForce. Talvez seja o momento da sua empresa considerar este avanço, reduzindo os custos com sua infraestrutura de TI e aumentando a disponibilidade dos sistemas da sua empresa.

Scalability, project management agility, backup recovery ease, increased security, lower cost of ownership and flexibility. These are just some of the advantages of putting your company’s (and everyone else’s) EAM system in the cloud. Currently, it is no surprise that the cloud is the most widely used and favorite software delivery model in the world, supported by major companies such as Amazon, Microsoft, Google, IBM and SalesForce. It may be time for your company to consider this breakthrough by reducing costs with your IT infrastructure and increasing the availability of your business systems.

3. Predictive Analysis

Managing and mitigating risks are the major pillars of asset management. Identifying, quantifying and prioritizing the identified risks converts the company’s approach from the perspective of reactive to predictive maintenance. A good EAM should offer both: the preventive, with the option of scheduling scheduled maintenance and meter reading and the ability to predictive maintenance via the Reliability Centered Maintenance (RCM) model. In the RCM, the system evaluates the history of asset failures to optimize maintenance routines or even ELIMINATE the possibilities of asset failures, working in tandem with intelligent condition monitoring, collecting and analyzing data from a variety of sources, evaluating and comparing current and historical data. Predictive Maintenance can be leveraged to another level with the help of the next trend highlighted in this article: the Internet of Things.

4. IoT (Internet of Things)

The Internet of Things is a revolutionary concept that consists of connecting and sharing relevant information from ‘things’, such as sensor data that aid in the decision making.

“For example, a sensor that sends temperature information from a motor at all times to a central system, which has an alert control and/or reaction.”

Asset management is one of the most benefited areas by this new revolution because it allows machines to interact with each other without the need of human intervention. Thus, processes such as preventive maintenance and RCM (cited in the previous trend), become much simpler and direct. IoT, although still new to many people, is already a consolidated reality in large industry sectors, integrated to ERP and EAM systems.

5. Intelligent inventory management

Improving inventory availability for critical items helps reduce asset downtime and reduce inventory surplus. These goals can be achieved through advanced inventory management systems, providing significant cost reductions. Among the characteristics of a robust solution, we have:

  • Classification of items;
  • Services;
  • Delivery times;
  • Demand and prognostic management;
  • Calculation of minimum and maximum;
  • Inventory surplus;
  • Control panels and reports.

MaximoCon has direct solutions or through partners for each of these trends. Please contact us to learn more.

Website: http://www.maximocon.com
Email: maxadmin@maximocon.com
Phone: +55 31 3582-0082

As 5 principais tendências para o futuro do EAM

Os sistemas EAM (Enterprise Asset Management) são considerados essenciais para auxiliar as empresas na melhoria da qualidade e eficiência de seus ativos nos dias de hoje. Manter os ativos funcionando perfeitamente com alta disponibilidade pode ser um desafio, muitas vezes superado com o uso das ferramentas e pessoal adequado.

Um bom EAM inclui gestão de manutenção com substituição, reparo, gestão de compras, materiais, operacional e outros. Alguns dos principais benefícios incluem redução dos custos de manutenção, maior retorno sobre o investimento nos ativos, aumento de produtividade e performance dos equipamentos e ganho substancial na visibilidade da operação.

Entretanto, manter um EAM como o SAP PM ou o IBM MAXIMO em funcionamento regular, sem tirar proveito de algumas de suas tendências para o futuro – embora tendência talvez não seja a melhor colocação, pois algumas empresas já estão colhendo frutos – pode ser um desperdício e em tempos de crise, desperdiçar não é uma opção.

Uma análise feita pela FMI (Future Market Insights) mostra que o crescimento anual do mercado dos enterprise asset management gira em torno de 7.2% até 2026. É essencial que os gestores conheçam as principais tendências que favorecem esse crescimento. Veja abaixo as cinco maiores tendências apontadas pelos líderes das maiores indústrias do planeta.

  1. Mobilidade

Seja em uma planta ou gerenciando equipes em campo, uma aplicação móvel auxilia na condução de tarefas diárias muito importantes, economizando recursos e tempo. Por exemplo, se as equipes de sua empresa possuíssem uma aplicação mobile em um celular Android, Iphone ou Windows Phone, eles poderiam inserir dados dos equipamentos diretamente nos dispositivos, enviando e recebendo dados do EAM automaticamente. Com isso, as equipes eliminariam inserção manual de dados, reduzindo a margem de erro. Além disso, uma aplicação mobile também auxilia no processo de criação de Ordens de Serviço, desde que o recurso não precisa estar fisicamente em uma estação de trabalho, enriquecendo os dados do EAM para apoio à tomada de decisões no futuro, como uma atualização precisa informações como tempos de parada, horas trabalhadas, materiais consumidos e registros de problema, causa e solução.

  1. Nuvem

Escalabilidade, agilidade na gestão dos projetos, recuperação de backup facilitados, maior segurança, menor custo de propriedade e flexibilidade. Essas são apenas algumas das vantagens de colocar o sistema EAM (e todos os outros) da sua empresa na nuvem (Cloud). Atualmente, não é nenhuma surpresa que a nuvem seja o modelo de entrega de software favorito e mais utilizado no mundo, apoiados por grandes empresas como Amazon, Microsoft, Google, IBM e SalesForce. Talvez seja o momento da sua empresa considerar este avanço, reduzindo os custos com sua infraestrutura de TI e aumentando a disponibilidade dos sistemas da sua empresa.

  1. Análise Preditiva

Gerenciar e mitigar riscos são os grandes pilares da gestão de ativos. Identificar, quantificar e priorizar os riscos identificados converte a abordagem da empresa na perspectiva da manutenção reativa para preditiva. Um bom EAM deveria oferecer ambos: a preventiva, com opção de agendamento de manutenção programada por tempo e leitura de medidores e a capacidade de viabilizar a manutenção preditiva através do modelo Reliability Centered Maintenance (RCM, e em português, Manutenção centrada em confiabilidade). No RCM o sistema avalia o histórico de falhas dos ativos a fim de otimizar as rotinas de manutenção ou até mesmo ELIMINAR as possibilidades de falhas dos ativos, trabalhando em conjunto com um monitoramento de condições inteligente, coletando e analisando dados de fontes variadas, avaliando e comparando dados atuais e históricos. A Manutenção preditiva pode ser alavancada a um outro patamar com o auxílio da próxima tendência destacada neste artigo: a Internet das Coisas.

  1. IoT (Internet das Coisas)

A Internet das Coisas é um conceito revolucionário que consiste na conexão e compartilhamento de informações relevantes a partir de ‘coisas’, como dados de sensores que auxiliam na tomada de decisões.

“Por exemplo, um sensor que envia informações de temperatura de um motor a todo momento para um sistema central, que possui um controle de alerta e ou reação.”

A gestão de ativos é uma das áreas mais beneficiadas por essa nova revolução, pois ela permite com que máquinas interajam entre si sem a necessidade da intervenção humana. Com isso, processos como a manutenção preventiva e a RCM (citadas na tendência anterior), tornam-se muito mais simples e diretos. A IoT, embora ainda seja novidade para muita gente, já é uma realidade consolidada em grandes setores da indústria, integrada a sistemas ERP e EAM.

  1. Gestão inteligente de inventário

Melhorar a disponibilidade do inventário para itens críticos ajuda a reduzir a indisponibilidade dos ativos e reduzir o excedente de estoque. Essas metas podem ser alcançadas através de sistemas avançados de gestão de inventário, proporcionando reduções significativas de custos. Dentre as características de uma solução robusta, temos:

  • Classificação de itens;
  • Serviços;
  • Tempos de entrega;
  • Gestão de demandas e prognóstico;
  • Cálculo de mínimos e máximos;
  • Excedentes de inventário;
  • Painéis de controle e relatórios.

 

A MaximoCon possui soluções diretas ou por meio de parceiros para cada uma dessas tendências. Entre em contato conosco para saber mais.

 

Nosso site: http://www.maximocon.com
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Telefone: 31 3582-0082